terça-feira, setembro 22, 2009

O que eu vou comer hoje?




19:37 hrs de uma terça-feira chuvosa. Esperando no serviço o horário do rodízio findar. Conversando com uma amiga, a conversa cambou para coisas ligadas à minha nova realidade. E durante a conversa ficou a pergunta: "O que eu vou comer hoje à noite?".
Claro que já me fiz esta pergunta antes. Ela surgia sempre quando ia sair pra jantar fora, restaurantes, pizzarias, bares. Uma pergunta que me trazia boas vibrações, de delícias a serem degustadas.
Agora esta pergunta soou assustadora. Agora serei eu quem irá preparar. Preciso passar no supermercado? Qual supermercado? Comprar o quê? Acho que vou passar na padaria e comer algo.

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Dica gastronômica: Suplicy Cafés Especiais



Ae galera, aí vai uma dica para os que estão procurando um lugar bacana pra papear, levar sua garota pra passear, ou tomar um bom café.

O Suplicy Cafés Especiais fica na região chique do Baixo Jardins, na Alameda Lorena, bem em frente ao supermercado - não menos bacana - Santa Luzia.

A primeira impressão é seu visual moderno. Suas cores, o preto, o branco e o pink dão ao local um clima de casa noturna, jovem, vibrante.

Lá não há garçons para serví-lo. Você é quem faz seu pedido no balcão e senta em uma das mesas. Se quiser, aconchegue-se um dos confortáveis sofás que ficam no fundo, bem ao estilo "Friends".

Se quiserem uma dica, o Frozen de Cajú acompanhado de um delicioso bagel caem muito bem, um equilibrando o sabor do outro.

Um sonzinho da moda tocando de fundo e um pessoal bonito que frequenta o café completam o ambiente.

Assim, se estiverem aí numa noite dessas com vontade de um bom papo num lugar gostoso anotem aí:

Suplicy Cafés Especiais
Endereço: Alameda Lorena, 1430Jardim Paulista - Zona Sul - 3061-0195
Horário: segunda a quinta, das 8h a 0h; sexta, das 8h às 1h; sábado, das 9 às 1h; domingo, das 9h a 0h.
Cartões: Visa, Mastercard, American Express, Dinners
Site: http://www.suplicycafes.com.br/

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Fechamento de um ciclo



Este fim de semana foi a festa de encerramento da nossa gestão na Asebex e a posse da nova diretoria.

Não foi mais uma festinha formal. Para mim, muitas de minhas duvidas em relação ao meu papel na asebex fizeram sentido. Fecho, junto com este fim de ano, um ciclo que começou há alguns anos atrás.

2008 foi um ano cansativo. Junto com minha procura por um novo emprego, juntou-se os eventos do Okayama e da Asebex. Os interesses pessoais dividindo tempo com as obrigações adquiridas. E esta falta de tempo me fazia questionar se valia realmente a pena trabalhar pela asebex. Me perguntei varias vezes, “porque aceitei entrar na diretoria??”. Tirando o Koshukai o resto dos trabalhos não me empolgava. Se me perguntarem agora o que me lembro da minha gestão da Asebex, diria sem titubear: “Sitio do Eric! Maresias! O Abe! Dinâmica externa!”.

O que quero dizer e que, ao final de tudo, percebo que não entrei na asebex pelo trabalho q ela realizava. Não que não seja um trabalho louvável, bonito. Mas não me empolgava.

Topei entrar porque queria estar com meus amigos, aqueles que dividiram comigo os melhores anos da minha vida.

A viagem ao Nihon representava para mim a chance de viver uma experiência única, incrível. A ânsia por viver a vida intensamente. Experimentar tudo que ela pode proporcionar de bom.
Em 2006 encontrei pessoas que procuravam a mesma coisa. E junto com eles compartilhei este sonho. O sonho de viver intensamente. O sonho de uma vida bem vivida.

Viajei. Vi. Conheci. Experimentei. E sorri. E chorei. Sofri. Amei. Vivi de verdade. Vivi um sonho. Um sonho que vai ter um lugar cativo na minha memória para sempre. E sempre que olhar uma foto ou rever um amigo daquela época voltarei meus pensamentos aqueles maravilhosos momentos. A viagem nunca terminara, pois sempre poderei retornar quando tiver vontade. O sonho de uma viagem sem fim.

Espero nunca perder contato com os amigos que fiz.

Muito obrigado a todos por este ano tão rico em experiências.

terça-feira, outubro 21, 2008

Sabadão de Kendô e Chanko!!



Eu e Lari no Restaurante Bueno num encontro do lendário Mestre Minoru, Lari, Clóvis e eu.

O que realmente importa nessa vida

Tenho pensado muito sobre o que realmente importa nessa vida. E como tenho pensado muito sobre trabalho ultimamente, um pensamento tem me cutucado frequentemente minha cabeça.

Tenho percebido com minhas experiências que não importa muito o que façamos, no que trabalhamos, se design, propaganda, veterinária, ou qualquer outra profissão que exista ou venha a existir. Profissões nascem e desaparecem de acordo com as necessidades dos homens. Nós não somos nossas profissões. Entrei na faculdade acreditando que o que escolhermos decidirá o destino de minha vida. Acho que mudar o caminho é uma alternativa natural depois de algum tempo trabalhando.

Não estou conseguindo terminar este post. Ainda não consegui fechar este meu pensamento....Ainda estou refletindo.


AGORA
Pensando: Miami Ad School, BA, FAAP, USP, IED...
Ouvindo: Say That You Love Me (FK-EK Japanese Vocal Mix) - Hed Kandi - Stereo Sushi Vol. 1

domingo, abril 27, 2008

Ansiedade

Três e meia da manhã. Não consigo dormir. Penso em tanta coisa - se as prendas vão dar conta de todos os participantes, se vai aparecer bastante gente, se teremos um números de ajudantes suficientes, se tudo correrá normalmente...Ansiedade. Já conheço esse sintoma e sei que não conseguirei dormir. No entanto, me sinto feliz, tranquilo. Sei que fiz meu melhor. E o mais importante: eu sinceramente acredito na causa. O Undoukai pra mim representa o lugar de onde vim. Sempre, ao final do dia peço proteção ao meu avô para que me oriente nas minhas decisões, e, não sei se por uma mão dele, tudo tem corrido de forma incrivelmente tranquila.

Quatro da manhã. Levanto. Coloco a bateria da câmera pra recarregar. Volto pra cama. Levanto. Coloco uns osushis e bolinhos que minha mãe ganhou ontem e separo alguns num prato para esquentar no microondas. Pego um hashi e vou pro quarto já pensando em descarregar os pensamentos no computador. O blog neste momento é apenas um confidente, ou uma privada onde eu jogo o excesso de preocupações que me impedem de dormir.

Cinco para as cinco. Olho pesado. Não há mais tempo para dormir. O celular vai tocar daqui a pouco. Fico por aqui.

segunda-feira, abril 21, 2008

Missora Hibari e Patsy Cline





Alguém aí já ouviu falar de Missora Hibari? E de Patsy Cline?


A primeira, japonesa, cantou dos 6 aos 52 anos initerruptamente. Gravou 1160 músicas vendendo uma espantosa marca de 40 milhões de discos vendidos. Isso seria como se um em cada três japoneses tivesse comprado um cd dela. Ela foi a voz que confortou e encorajou os japoneses na reconstrução do país do pós-guerra. Com vocês, Subaru, uma de suas canções mais famosas.


A segunda se tornou uma das intérpretes mais influentes da história da música popular norte-americana. Morreu aos 30 anos num acidente aéreo onde seu amante e empresário Randy Hughes era o piloto. Aí vai um pouco de Patsy Cline, artista que conheci numa aula de inglês no Canadá.


Por quê falo delas aqui? Hoje, segunda-feira chuvosa, feriado de Tiradentes, tirei o dia para preparar as coisas do Undoukai do Chugoku Block. Enquanto fazia ligações e mandava e-mails, ia ouvindo um monte de cd´s de música tradicional japonesa para tocar durante o evento. Minha tia me separou três de uma cantora chamada Missora Hibari, nome desconhecido para mim mas que depois ouvindo em casa me soou muito mais familiar do que poderia imaginar. Suas canções habitam minhas memórias mais caras de infância. O rosto de meus avós, minha família, a grande casa que reunia a todos, os undoukais, as festas. As músicas. E ouvindo agora Missora Hibari, do nada me veio na cabeça uma semelhança tão grande de Hibari com Patsy Cline. Não sei explicar. Os temas que vão do amor à lembranca da terra natal. Ouçam e me digam depois.



AGORA

Pensando: Undoukai....undoukai....

Ouvindo: Subaru - Missora Hibari