
Na casa da minha amiga, Mayumi, em Osaka

Na casa da Hiroko Fukushima, prima do meu pai

Na Danjiri Matsuri, festa famosa de Osaka. Muita, muita gente...

Acreditam que isso é um túmulo?? O maior túmulo do mundo e talvez o mais bem guardado, pois ninguém nunca viu pra ver o que tinha no caixão. Construído no ano 700 dC.

Foto da entrada do túmulo
Fim de semana de muitas visitas. Sai de Okayama na sexta à noite e cheguei la pras 11 e meia na casa da Mayumi. No sábado fomos ao Danjiri Matsuri, dizem ser uma festa famosa de Osaka onde anté os estrangeiros vão lá pra ver. Dizem ainda que é a festa mais perigosa pois muitas vezes os carros alegóricos tombam ou as pessoas que o carregam se machucam.
Muita gente, muita alma caminhando pelas ruas, todos para ver os carros alegóricos. A amiga de minha amiga me disse que gosta de Osaka pois as pessoas são cheias de energia, vibrantes.
Passei o dia com três garotas, a Mayumi, a Tomi e a Samechan.
A Mayumi, 26 anos, eu conheci enquanto estive no Canadá, e agora trabalha como aeromoça na JAL. Bonita, sorridente e simpática, é uma garota que cativa a qualquer um.
Tomi tem 27 anos, estudou 1 ano nos EUA, Wiscousin, e sua terra natal é Tottori, província interiorana ao norte de Okayama conhecida pelas dunas e praias. Trabalhou 4 anos lá e mudou-se a 1 ano e meio para Osaka. Prefere muito mais viver em Osaka.¨Tem mais coisa pra fazer¨ diz ela. Engraçada, adora fazer uma piada e gosta de beber.
Samechan tem 26 anos, alta, dentes frontais salientes, sofre de date sick, ou seja, está a procura de um namorado. E rápido, pois a casa dos trinta está chegando. Estudou 1 ano na Austrália e agora trabalha na Qantas Airlines, companhia aérea australiana.
No domingo fui visitar os parentes por parte do meu avô paterno, e conheci os últimos parentes da lista. A Sra. Fukushima foi a anfitriã, mais velha das primas pois é a primogênita de Tetsuiti Murakami, irmão mais velho de meu avô.
Todos foram muito atenciosos comigo, fizeram banquetes, reuniram a família, me deram muitos presentes. Isso tudo não seria possível se não fosse a semente que minha avó plantou em sua viagem ao Japão a alguns anos atrás a procura desses parente distantes.
Ela me contou que quando meu avô estava para vir ao Brasil, sua irmã mais nova agarrava em suas roupas e chorava para que ele não fosse. E se ele não tivesse ido? Coisa engraçada essa de famílias separadas por grandes distâncias, nacionalidades distintas, línguas completamente diferentes.